Botins de Ana Plácido

Par de botins da época, muito provavelmente calçados por Ana Plácido.

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Edição fac-simile de "Amor de Perdição"

Em 1983, o Real Gabinete de Leitura do Rio de Janeiro e a Lello & Irmão – Editores do Porto publicaram uma edição fac-similada do manuscrito original da obra “Amor de Perdição” que se encontra na posse daquela instituição brasileira.
A responsabilidade da edição ficou a cargo de Maximiano de Carvalho e Silva, professor da Universidade Federal Fluminense, e tem inserido um estudo histórico-literário da autoria de Aníbal Pinto de Castro, professor da Universidade de Coimbra e Director da Casa de Camilo. 



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1ª edição impressa de “Amor de Perdição”

O romance mais popular de Camilo Castelo Branco foi escrito na Cadeia da Relação do Porto, em 1861, quando Camilo e Ana Plácido aguardavam ali julgamento por terem sido pronunciados por crime de adultério, e foi editado no princípio do ano seguinte.
Com o complemento de título “Memórias duma família”, “Amor de Perdição” conta a história dos amores contrariados de Teresa de Albuquerque e do tio paterno de Camilo, Simão Botelho.



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Jarra de Vieira de Castro

No piso inferior da Casa de Camilo - Museu encontra-se o espaço reservado às Exposições Temporárias e nele pode observar a bela Jarra oferecida a Camilo Castelo Branco pelo seu grande amigo Vieira de Castro.



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Cadeira do suícidio

Cadeira de balanço em madeira com apoio de braços e de espaldar e assento em palhinha, cujas pernas assentam numa estrutura em forma de berço.
Foi nesta cadeira que Camilo Castelo Branco se suicidou, a 1 de Junho de 1890, com um tiro de revolver no parietal direito.



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Candeeiro do escritório

Candeeiro de latão, alimentado a azeite, com quatro bicos, quebra-luz e respectivos utensílios para apagar e puxar os pavios.



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Aneleira de Ana Plácido

Peça com pouco mais que 13cm de altura, em metal e porcelana. Trata-se de um suporte de metal dourado, elegante, muito feminino e belo.



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Pasta

Pasta em pele castanha usada para transportar papel, tinta e aparos. Tem gravado, no seu interior, o nome do escritor: “Camilo Castelo Branco” .



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Mosqueiro

Peça invulgar em vidro, em forma de garrafa, com tampa, e apoiada em pequenas esferas igualmente em vidro. Tem cerca de vinte e cinco centímetros de altura e era utilizada sobretudo para apanhar moscas.



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Tinteiro

Na secção reservada às exposições Temporárias o visitante pode encontrar um tinteiro atribuido a Camilo castelo Branco.



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