É a sala de visitas da casa. Aqui esteve um bilhar, jogo predilecto de Camilo antes de ficar cego. Impossibilitado que estava de ler e escrever, suicidou-se nesta mesma sala a 1 de Junho de 1890.
Relembramos aqui a carta que o escritor, em acto de desespero, enviou ao Dr. Edmundo Magalhães Machado, oftalmologista de Aveiro: “Sou o cadáver representante de um nome que teve alguma reputação gloriosa neste país durante quarenta anos de trabalho. Chamo-me Camilo Castelo Branco, e estou cego.”
Vemos ainda a cadeira de balanço com assento e espaldar de palhinha, um canapé, um relógio de caixa alta e nas paredes desenhos do Jorge e os retratos dos seus filhos: Manuel Jorge e Nuno.