Vestíbulo

É por esta divisão que se inicia a visita ao museu. Aqui pode encontrar um canapé e também um bengaleiro com as cartolas, bengalas e paus ferrados usados pelo escritor, e uma sombrinha de Ana Plácido.
Saleta de Ana Plácido: Era neste compartimento que Ana Plácido se recolhia para ler e escrever. Numa das paredes é possível admirar dois retratos do casal, Camilo e Ana Plácido, em idade já avançada, bem como o harmónio e a escrivaninha onde se sentada a ler ou a escrever, muitas das vezes em colaboração estreita com o escritor.

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Saleta de Ana Plácido

Era neste compartimento que Ana Plácido se recolhia para ler e escrever. Numa das paredes é possível admirar dois retratos do casal, Camilo e Ana Plácido, em idade já avançada, o harmónio e escrivaninha onde se sentada a ler ou a escrever, muitas das vezes colaborando com o escritor.

Cozinha

Camilo chamava-lhe o “Reino de Ana Plácido”. Era aqui, por certo, que o escritor se recolhia nas longas e frias noites de Inverno. Com chaminé larga e ampla, tipicamente minhota, a cozinha apresenta ainda o forno, a lareira e diverso mobiliário e loiça da época.

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Escritório

O local de trabalho de Camilo mantém todas as características da época. Ali podemos ver a secretária onde ele escreveu “Amor de Salvação”, quadros com gravuras de autores seus contemporâneos e estantes várias, contendo parte da sua biblioteca particular. Alguns volumes possuem anotações manuscritas pelo próprio punho de Camilo.

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Quarto de Camilo

Era o quarto de dormir de Camilo. A cama foi construída em madeira vinda de Angola e oferecida pelo seu amigo António Pereira Coutinho, Morgado de Pereira. Aos pés da cama encontra-se um crucifixo, junto do qual Camilo mandava acender todas as noites uma lamparina.

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Quarto de Ana Plácido

Quarto de dormir de Ana Plácido, com uma cama de madeira do séc. XIX, cómoda folheada com tampo de mármore e toucador com gavetas e espelho rectangular. Uma chaise-longue forrada a tecido colorido dá-lhe o toque especial da esposa de Camilo. À cabeceira da cama, uma imagem emoldurada num caixilho em forma de estrela com oito pontas recoberto a cetim de várias cores.

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Sala Principal

É a sala de visitas da casa. Aqui esteve um bilhar, jogo predilecto de Camilo antes de ficar cego. Impossibilitado que estava de ler e escrever, suicidou-se nesta mesma sala a 1 de Junho de 1890.
Relembramos aqui a carta que o escritor, em acto de desespero, enviou ao Dr. Edmundo Magalhães Machado, oftalmologista de Aveiro: “Sou o cadáver representante de um nome que teve alguma reputação gloriosa neste país durante quarenta anos de trabalho. Chamo-me Camilo Castelo Branco, e estou cego.”
Vemos ainda a cadeira de balanço com assento e espaldar de palhinha, um canapé, um relógio de caixa alta e nas paredes desenhos do Jorge e os retratos dos seus filhos: Manuel Jorge e Nuno.

 

Panorâmicas
Sala de Jantar

Nesta divisão encontramos mobiliário característico da época, bem como loiça diversa pertencentes à casa e um belo candeeiro a petrolina pendente do tecto.

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Galeria

 Actual espaço de apresentação de exposições temporárias sobre a vida e a obra do escritor.

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